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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

REGGIE SALGARELLO
( BRASIL - MINAS GERAIS )

Natural de Belo Horizonte/ MG, descobriu logo na infância o universo da criação literária. Na escola, suas relações destacavam-se pelos murais dos corredores.
Ainda criança, interessou-se por livros de desenho e iniciou seus primeiros estudos e projetos como autodidata.
Descobriu o universo da composição musical no início da adolescência, tendo estudado teoria musical, violão e piano.
Graduou-se em Comunicação Social pela UniBH e em Línguas Portuguesa e Inglesa pela UFMG.
Começou a escrever profissionalmente como repórter e redatora em um jornal impresso e enveredou pela publicidade como arte-finalista e redatora júnior. Por mais de duas décadas, lecionou Língua Portuguesa e Redação para crianças, adolescentes e adultos.
Especializou-se em Imagem no UniBH e em Educação e Literatura no Prominas.
Atualmente, é mestranda em Lingúistica na Poslin/UFMG e musicista no Projeto InduZ se na Banda Bulldog Joey.  Desde 2011, tem publicado poemas e crônicas sem diversas antologias e algumas histórias infantis, aventurando-se a ilustrá-las.
Instagram: @xroggiesalgarello.escripoeta

CENA POÉTICA 10 - POESIA & PROSA. Adircilene Batista; e outros. Belo Horizonte, MG: RS Edições,
2024. 216 p.   Exemplar da biblioteca de Salomão Sousa


A despedida

O dia nasce com um sol radiante
e logo a noite escurece o mundo
com sua sombria calma repugnante
mas não é meu esse sonho em que afundo

Quando vejo um céu estrelado
Pela manhã levanto em frangalhos
se à tarde chega a chuva no cerrado
a água desce meio torta dos galhos
a se contorcer nas árvores do gramado

No alvorecer vem um desejo feito fel
e de uma má sorte em lâmina no jardim
uma triste monotonia veste seu véu
e sem sorrir a vida se despede de mim.


Faminta fome

O rico fica faminto
O pobre só tem fome
O faminto é feroz
A fome vem e pede
Um feijão com arroz
Na cobiça o alimento


Lareira da vida

Estou feliz, mas vem a lágrima
de desespero e de alívio
rancor não há mais, não
tristeza também não há
só o deleite de continuar
seguindo a vida rumo ao bem

Sempre em frente e confiante
porque não há nada a temer
com euforia caminho adiante
porque amargura e desafeto
não vão mais permanecer
não quero raiva nem lamento

Em breve chegará o tempo
em que nada disso mais importe
e a alegria transborde colorida
inundando de luz a semana inteira
e daí pra frente domingo será o dia
de acender a lareira da minha vida

 

*
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Página publicada em dezembro de 2025


 

 

 
 
 
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